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Comendadores e Comendadeiras de 2010

AGRACIADOS COM A COMENDA DO MÉRITO EDUCATIVO ALAGOANO 2010

DELZA LEITE GOES GITAÍ

            Delza  Leite Góes Gitai é médica graduada pela Universidade Federal de Alagoas em 1971 e mestra em Ciências Biológicas - Fisiologia, 1976, pela Universidade Federal de Pernambuco. Professora Adjunta aposentada da Universidade Federal de Alagoas e da Universidade de Ciências da Saúde do Estado de Alagoas. Cursou o primário no Educandário Maria Goreti, concluiu curso ginasial no Colégio Imaculada Conceição e científico no Colégio Estadual Moreira e Silva/CEPA. Primeira Reitora eleita da UFAL, 1987-1991 e primeira Diretora eleita do Centro de Ciências de Ciências Biológicas/UFAL, 1983-1987. Ocupou os cargos/funções de: Reitora/UFAL, Coordenadora do Projeto Novas Metodologias Aplicadas/MEC/UFAL, Coordenadora do Departamento de Fisiologia e Patologia/CCBI/UFAL, Vice- Coordenadora e Coordenadora do Departamento de Ciências Fisiológicas/CCBI/UFAL e Vice-Diretora do CCBi/UFAL, Vice – Coordenadora e Coordenadora do Departamento de Ciências Fisiológicas/ECMAL/FUNGLAF.

Foi Membro da Comissão Especial para Avaliação de Instituições para Criação ou Reconhecimento de Universidades/Ministério de Educação, dos Conselhos Superiores, Universitário, de Ensino, Pesquisa e Extensão e do PADES/MEC/UFAL, do Conselho Superior de Administração da Fundação Governador Lamenha Filho, do Conselho Superior da ECMAL/FUNGLAF e Membro efetivo dos Colegiados dos Cursos de Medicina, Nutrição, Enfermagem e dos Conselhos Superiores da FAL. Membro do Conselho Estadual de Proteção Ambiental, como representante da UFAL e como secretária de estado. Reitora Honorária da Universidade Federal de Alagoas, do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas, da Sociedade Brasileira de Escritores Médicos, do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras, Comenda de Mérito Universitário da Universidade Federal do Espírito Santo, Membro Honorário do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras. Voto de Aplauso, Assembléia Legislativa de Alagoas,Diploma de Reconhecimento pela Dedicação e Esforço em favor da Educação Nacional da Universidade Metodista de Piracicaba. Medalha do Sesquicentenário/Prefeitura Municipal de Maceió. Prêmio Médico Operário Prof. Rodrigo Ramalho/Sindicato de Medicina de Alagoas. Diploma de Membro Honorário da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores/Alagoas. Honra ao Mérito do Conselho Regional de Medicina de Alagoas, Voto de Louvor da ECMAL/FUNGLAF.

Diploma da Comenda Desembargador Dr. Mario Guimarães pela Câmara Municipal de Maceió, Comenda Nise Magalhães da Silveira pelo Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Mulher e Governo do Estado de Alagoas. Artigos em revistas científicas e em jornais. Livros: UFAL/SOCIEDADE: uma utopia em construção. Em respeito à UFAL. Guia de Estudos Práticos e Teóricos de Fisiologia Cardiovascular. O Estudo da Fisiologia Cardiovascular Para uma Educação Continuada.

 

JOSÉ GOMES PEREIRA (ZEZITO GUEDES)

 

            Nasceu no município de Princesa Isabel, atual cidade de Juru (PB), em 21 de abril de 1936. É o segundo filho do casal João Pereira e Antônia  Gomes Pereira. Aos dois anos passou a viver com sua avó materna, Severina Guedes, e seus tios. Aos seis anos a família se transferiu para a cidade de Arapiraca, onde estudou o primário no Grupo Escolar Adriano Jorge e aos dez anos cuidava também do gado, mesclando a escola com o trabalho infantil, por causa dessa atividade foi reprovado e como castigo foi afastado da escola e colocado num laboratório de prótese dentária.

            Aos 15 anos tornou-se profissional como protético e passou a custear a mensalidade do Curso Ginasial no Colégio Nossa Senhora do Bom Conselho, conciliando trabalho e estudos. Em 1956, concluindo o Ginasial e ingressou na Escola Técnica do Comércio. Nessa fase começou a fazer algumas figuras em gesso e participava também da boemia com os companheiros da juventude.

            Mais adiante, como escultor, participou do 1º Salão de Arte de Arapiraca (1967) nas comemorações da Emancipação Política de Arapiraca, na inauguração do Real Hotel com a presença do governador Lamenha Filho. Nos anos seguintes ocorreram outras exposições de Arte. Alguns anos depois, por iniciativa do prefeito Dr. João Batista da Silva, foi criada a Faculdade de Formação de Professores do 1º Ciclo, e após prestar vestibular de 1972, ingressou no curso de Letras, concluiu em 1974 e somente na década de 1980, a Licenciatura Plena, já lecionando Folclore nos cursos de Letras e Estudos Sociais de cuja atividade se afastou em 1996, com a opção pelo PDV.

            Continuando ainda hoje a orientar pesquisas e TCC e Monografias para universitários da UNEAL, UFAL, CESMAC, e outras, apesar de trabalhar ainda como protético até 2007 e exercendo as atividades de escultor, cronista, folclorista., poeta popular, historiador, pesquisador de cangaço, compositor e ambientalista. Foi diretor do Departamento de Cultura do município de Arapiraca em três gestões; coordenador do Mapeamento Cultural de Alagoas (2003). É membro ativo da Associação Alagoana de Imprensa e da Comissão Alagoana de Folclore, membro fundador da Academia Arapiraquense  de Letras e Artes de Arapiraca. Atualmente Também ocupa o cargo de Coordenador de Estudos Históricos e Geográficos  da Prefeitura Municipal de Arapiraca e elabora as biografias do Memorial da Mulher Ceci Cunha em Arapiraca.

           

LEDA MARIA DE ALMEIDA

 

            Leda Maria de Almeida, alagoana de Maceió, graduou-se e fez Mestrado em História na Universidade Federal de Alagoas(UFAL) e doutorou-se em Educação pela Universidade Federal de Pernambuco.

Foi indicada pelo Ministério da Educação a Presidente do Comitê em Defesa das Pessoas Portadoras de Deficiências de Alagoas, em 1986.

Publicou 09 (nove) livros de sua autoria, alguns deles de natureza acadêmica, outros de literatura infanto-juvenil, dentre os quais se destacam aqueles que escreveu sobre a história de Maceió e/ou de Alagoas e a biografia de Ledo Ivo.

Quando ainda estudante de História, assumiu a Coordenação do Núcleo Cultural do Diretório Central dos Estudantes(DCE-UFAL), na gestão “Dias de Lutas”, nessa oportunidade idealizou e foi coordenadora do I Concurso de Poesia Falada de Alagoas, em 1987.

Em 1998 foi idealizadora e Coordenadora da I Bienal do Livro e da Arte de Alagoas, quando na época era Diretora da Editora Universitária da UFAL, momento que se constituiu um marco na Editora Universitária da UFAL pela quantidade e qualidade dos livros que publicava.

Idealizou e fundou a Editora Catavento em 1998 cuja atividade é desde então de grande importância no cenário cultural de Alagoas, contribuindo tanto na revelação quanto na divulgação de muitos autores alagoanos.

Participou como fotógrafa e Curadora da Exposição de Fotografia Engenhos e Casas Grandes de Alagoas – 2004 (obra de artes visuais/fotografia – patrocínio do BNB Cultural).

Atuou como Curadora da Exposições Identidades e Arte Popular das Alagoas: o que há de novo? Em 2008, a qual contou com o patrocínio da Funarte Petrobrás.

Dos Prêmios que recebeu destacam-se:

·         Diploma de Colaborador Emérito cultural, em 1998, conferido pelo Governo do Estado de Alagoas pela promoção e organização pela I Bienal do Livro de Alagoas;

·         Prêmio Culturas Populares 100 Anos de Mestre de Duda, em 2007, concedido pelo Ministério da Cultura;

·         Obteve o 1º lugar na categoria Poesia do Concurso trabalho e Condição Humana, em 2006, promovido pelo Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região;

·         Menção Honrosa na categoria Conto do Concurso Trabalho e Condição Humana, em 2006, promovido pelo Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região;

·         Foi distinguida com a comenda Ledo Ivo pela Assembléia legislativa de Alagoas em 2009;

·         Medalha Euclides da Cunha concedida pela Academia Brasileira de Letras.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

MARIA ISABEL COSTA SOUZA

 

            Filha de comerciantes, nasceu na cidade de Paulo Jacinto, onde estudou as primeiras séries com a Professora M. José Noronha e com o Professor Oliveira.

Após concluir a quarta série, prestou exame de admissão e veio estudar em Maceió, no Colégio Santíssimo Sacramento onde cursou o Pedagógico, formando-se professora primária. Aí, já havia sido contaminada pelo vírus da paixão pela educação. Voltando para sua terra natal, sua primeira iniciativa foi abrir uma escolinha multiseriada, em uma casa de seus pais. Sua proposta pedagógica fundamentada no carinho; e não no grito e na palmatória (tão comuns àquela época), começou a fazer a diferença e atrair alunos. Assim logo, a Escola Infantil Sagrado Coração que iniciou timidamente, mas, teve de funcionar os dois horários para atender à demanda da cidade, à época dotada apenas de uma escola particular (do saudoso Professor Oliveira) e uma pública, de duas salas de aula. Por isso a dedicação e competência, Isa foi nomeada, alguns anos depois, diretora do Grupo Escolar 2 de Dezembro, onde permaneceu até aposentar-se. Também aí deixou sua marca de professora competente e apaixonada por seus alunos e exímia administradora humana e amiga de seus colegas. A seriedade com que sempre tratou a coisa pública e a paixão pela educação acabaram por sobrecarregá-la, com mais a administração de uma escola com o Ginásio Antônio Farias. Muita gente hoje de destaque – médicos, advogados, professores universitários, políticos – passou por suas mãos. Após sua aposentadoria veio morar em Maceió, para cuidar dos estudos de seus filhos, mas, como não há cura para o vírus da educação, pouco tempo após sua aposentadoria Isa sofreu recaída. Agora, assumindo a Secretaria Municipal de Educação da cidade de Fleixeiras, onde  permanece até hoje, destacando seu trabalho com a Educação Infantil.

 

MARIA MARGARIDA LUZ DE OLIVEIRA

 

Maria Margarida Luz de Oliveira, natural de Palmeira dos Índios – AL, graduada em Pedagogia com habilitação em Administração Escolar e Pós-graduada em Planejamento Educacional. Iniciou sua vida profissional em 1978 na Escola Estadual Dr. Miguel Guedes Nogueira na Chã de Bebedouro onde trabalhou por 8 anos adquirindo experiência de sala de aula, trabalhos burocráticos na secretaria da escola e dinamizadora do vídeo-escola. Foi vice-diretora e diretora da Escola Ministro Marco Maciel na Chã da Jaqueira, onde realizou um trabalho com a comunidade, professores, alunos e funcionários, conquistando credibilidade, reconhecimento profissional e pessoal de todos da área de educação e da comunidade escolar. Com a criação dos CAICS em 1995 foi fazer parte da equipe administradora do CAIC Dr. José Maria de Melo no bairro do Benedito Bentes, surgindo nessa época a criação dos conselhos escolares onde juntos conseguiram a implantação e a realização de um bom trabalho. Em 1997 recebeu o convite do secretário de educação da época para assumir a direção da Escola Estadual Alberto Torres em Bebedouro.

            Foi através da dedicação, empenho, responsabilidade e carinho dessa grande mulher que a Escola Estadual Alberto Torres conseguiu resgatar a credibilidade da comunidade interna e externa passando a ser uma escola de referência considerada a melhor escola estadual de Maceió onde todos almejavam uma vaga. Em agosto de 2006 encerrou sua função de gestora nesta unidade de ensino, deixando uma escola equipada e com um excelente quadro de funcionários e foi transferida para a 1ª CRE através de convite da coordenadora. Hoje aposentada, Margarida recebe o reconhecimento da comunidade de Bebedouro por todo trabalho desenvolvido garantindo as crianças e jovens desse bairro uma educação de qualidade.

           

PAULO JORGE DOS SANTOS RODRIGUES (IN MEMORIAM)

 

            Em 1999/2000 a Secretaria de Estado da Educação e do Esporte, acompanhava e desenvolvia ações educativas em presídios de Maceió, onde preparava presidiários em formação em nível médio para alfabetizar seus pares e conseqüentemente torná-los aptos a darem continuidade a sua escolarização. Foi a partir desse trabalho que o presidiário Paulo Jorge colocou-se a disposição para realizar tal tarefa, seu empenho era tanto que seu nome ganhou destaque na educação carcerária de Alagoas. Na ocasião, Paulo Jorge participou da ação educacional no Presídio São Leonardo, na condição de alfabetizador, seu potencial poético, até então adormecido, foi despertado. Aproximadamente no final de 2000, Paulo Jorge cumpriu a pena, mas não se afastou do projeto educativo nos presídios de Maceió, onde, através do seu encantamento pela educação carcerária continuou o trabalho de alfabetizador. Ao sair do presídio, Paulo Jorge apresentou coletânea de poemas que retratavam a esperança de uma nova vida que brotou de uma realidade cruel, pelas oportunidade de ser útil para as pessoas que não acreditavam mais na própria existência. Paulo Jorge adquiriu confiança e o respeito por parte das Secretarias de Estado da Justiça e da Educação, passando a assumir a coordenação de ações educacionais nos presídios de Maceió, sendo contratado pela Secretaria de Educação, passou a exercer o papel fundamental no estabelecimento do diálogo entre assessoria técnica do então PROEJA SEE/AL e a direção dos presídios, no que se refere às ações educacionais promovidas pela Secretaria de Estado da Educação de Alagoas. Vale salientar que a produção poética realizada no período em que Paulo Jorge se encontrava na condição de privação de liberdade, foi publicada pela SEE em 2001 o livro de título “DO EXÌLIO”.  Paulo Jorge permaneceu firma na missão a qual se empenhou, continuando na Coordenação do Desenvolvimento de Ações Educativas nos Presídios até seu falecimento em 2008. Paulo Jorge , educador popular, é um exemplo de que o ser humano é capaz de florir/despertar em meio a uma dura realidade, nos ensinando com a sua experiência de vida que é possível acreditar na mudança.

 

 

ROSA EULÁLIA PIMENTEL (IN MEMORIAM)

 

Rosa Eulália Pimentel, nascida em 06 de fevereiro de 1888 e faleceu em Maceió, em 02 de fevereiro de 1994, faltando apenas quatro dias para completar 106 anos. Filha de José Pinto Pimentel e da Profª Hermelinda Bárbara de Souza Melo.

D. Rosinha, foi uma percussora da educação em Palmeira dos Índios. Fundou o Educandário 7 de Setembro, em 07 de setembro de 1933 tendo como alunado, ilustres filhos da terra. Esta escola funcionava onde hoje está construído o Hotel São Bernardo.

Foi aluna do SEC(Seminário de Educadoras Cristãs em Recife-PE), sendo homenageada como ALUNA DO ANO, ocasião em que recebeu um broche intitulado “Um livro de ouro” que muitos anos depois entregou este broche a Rosa Lúcia Oliveira Góes, também ex-aluna do SEC e que havia colocado o nome de sua livraria na cidade em homenagem a Rosa Pimentel.

O redator do Jornal “O Batista Alagoano” de setembro de 1946 nº 2, Ano XXXI, comenta: “Em Palmeira dos Índios existe um educandário que vem prestando excelentes serviços à educação não só no Estado, como no Brasil”.

Rosa Eulália Pimentel, ou simplesmente Dona Rosinha, como era carinhosamente conhecida, foi uma educadora comprometida com os princípios religiosos e transmitia a seus alunos não só conhecimento didático, mas ensinava-os que todo conhecimento se torna mais importante com a presença de Deus.

Foi muitas vezes perseguidas pelos religiosos da sua época que faziam campanhas para que os alunos fossem para colégios católicos, mas ela sempre foi perseverante e acima de tudo defensora da palavra de Deus. Ensinava também o amora pátria, à família e a Deus acima de tudo.

O Educandário estava sempre presente nos desfiles cívicos levando as ruas uma banda marcial que alegrava o dia da Pátria.

Como sua escola era particular e só atendia até o antigo curso de admissão, procurava ajudar aos alunos que não tinham condições de sair do 4º ano para estudar em outros colégios e assim facilitava, mandando esses alunos para as escolas estaduais. É certo que era muito exigente, cuidadosa e muito zelosa em tudo que fazia.

Ser educadora em uma época em que a mulher era tratada com indiferença, não era tarefa fácil, inclusive ser diretora de um colégio. Rosa Eulália sofreu perseguições por ser evangélica, sendo discriminada e perseguida. Ser aluno do educandário para muitos era um prazer e alegria para as famílias da época.

Solteira por opção passou a se dedicar completamente ao trabalho de educar e formar cidadãos. Fazia da educação a sua razão de viver, amar ao próximo e amar a Deus sobre todas as coisas e isso era um lema do seu trabalho. Deixou um legado de pessoas que a tornaram inesquecíveis com seus ensinamentos para a vida de cada um que teve o privilégio de ser seu aluno.

RUTH VASCONCELOS LOPES FERREIRA

 

            Nascida em Campina Grande, Paraíba, no dia 21 de Outubro de 1964. Filha de um pernambucano, Everaldo Alves Lopes Ferreira e uma alagoana, Ivete Vasconcelos Lopes Ferreira. Viveu em Campina Grande até os 23 anos de idade, quando foi morar em Recife para fazer  Mestrado em Ciência Política na UFPE. Veio morar em Maceió no ano de 1991, aos 26 anos, quando passou no concurso da UFAL, já tendo concluído o Mestrado.  No período de 1998 e 2002 realizou o Doutorado em Sociologia na UFPE. Desde então, vem dedicando seus estudos à temática da violência e dos direitos humanos. É membro-fundadora do NEVIAL - Núcleo de Estudos sobre a violência em Alagoas – fundado em 2002. Ocupou o cargo de vice-presidente no Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos na gestão 2008/2010, professora Associado 1, vinculada ao Instituto de Ciências Sociais e ao Programa de Pós- Graduação em Sociologia da UFAL. Além de suas atividades acadêmicas, de ensino e pesquisa, atualmente exerce a função de Coordenadora de Política Estudantil, no âmbito da PROEST/UFAL, através da qual vem desenvolvendo atividades políticas, artísticas e culturais junto a comunidade universitária, tendo destaque às ações referentes ao Programa UFAL EM DEFESA DA VIDA. Durante esses 20 anos de docência, publicou os seguintes livros: Movimentos Sociais versus Partidos Políticos: Desafios e Perspectivas (1997); Os Movimentos Sociais em Alagoas: aspectos políticos das Associações Comunitárias (1997); Reflexões Sobre o Estado na Modernidade (2000); O Poder e a Cultura de Violência em Alagoas (2005); O Reverso da Moeda: a rede de movimentos sociais contra a violência em Alagoas (2006); Onde está o Tesouro? Roteiro de um Encontro (2008), em parceria com o seu pai; e, Violência e Criminalidade em Mosaico (2009), em parceira com Elaine Pimentel. 

 

SHEILA DIAB MALUF

 

            Nascida na cidade de São Paulo, filha de Abrahão Diab Maluf e Cecília Diab Maluf, esta paulistana de nascimento e maceioense/alagoana de coração de mente e paixão – Sheila Maluf – descendente de libaneses, é graduada em Licenciatura em Educação Artística pela Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP/SP(1978), possui mestrado em Artes (1991) e doutorado em Artes (1997), ambos pela ECA/USP. Aposentada como professora associada 02 da Universidade Federal de Alagoas desde fevereiro do corrente ano, começou sua carreira docente na antiga Escola Técnica Federal de Alagoas (ETFAL), hoje IFAL, onde atuou em várias áreas, além da docência, notabilizando-se por sua dedicação e seu sempre crescente dinamismo para organizar eventos artísticos como dança, teatro, montando espetáculos de excelente qualidade  com jovens adolescentes, alunos da Escola Técnica. Tem como experiência na área de Artes, com ênfase em Teatro, Educação e Literatura Dramática, atuando principalmente nos seguintes temas: artes cênicas, educação, arte-educação, literatura dramática e literatura. Publicou diversos livros sobre arte e educação e possui vários artigos publicados no Brasil e no exterior. Atualmente, participa como professora voluntária na Pós-Graduação em Letras e é diretora da Editora da Universidade Federal de Alagoas desde de dezembro/2003. Tem feito jus à confiança da Reitora da UFAL, Profª Ana Dayse Dórea, que a nomeou: indo além das suas próprias expectativas, inseriu a EDUFAL e seus autores para além das fronteiras do país, especialmente com as edições vistoriadas das III e IV Bienais Internacionais, sucesso de organização, de público, de participação de Editoras do Brasil, da América Latina e do caribe, de atrações culturais e artísticas.

 

VERA LÚCIA FERREIRA DA ROCHA

 

Possui graduação em Enfermagem pela Escola de Enfermagem Nossa Senhora das Graças/Fundação de Ensino Superior de Pernambuco (1970), é Especialista em Administração Hospitalar pela Universidade Federal de Pernambuco (1971-1972) e mestre em Enfermagem Psiquiátrica pela Universidade de São Paulo (1983). Em 1973 ingressou na Universidade Federal de Alagoas – UFAL, quando fundou o Curso de Enfermagem, sendo a primeira Coordenadora do Curso. Foi a primeira diretora do Serviço de Enfermagem do Hospital Universitário Alberto Antunes/ UFAL.

Coordenou o Curso de Especialização em Enfermagem Psiquiátrica e Saúde Mental da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto – USP/SP (1980 – 1983). Foi Presidente da Associação Brasileira de Enfermagem secção Alagoas de 1984 a 1988. De 1988 a 1991 chefiou o Departamento de Enfermagem da UFAL e também atuou como membro do Projeto Pedagógico Global da UFAL, representando o Centro de Ciências da Saúde – CESAU. Dentre as várias homenagens angariadas ao longo de sua vida destacam-se: o prêmio por relevantes serviços prestados à Enfermagem alagoana conferido pela Associação Brasileira de Enfermagem, secção Alagoas, em 1989; a recebida  em 2003, pela Universidade Federal de Alagoas por ter sido fundadora do Curso de Enfermagem desta mesma Universidade, durante a comemoração do 30º aniversario de criação do Curso; no ano de 2006, quando a Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto – USP/SP completou 30 anos de Programa de Pós Graduação em Enfermagem Psiquiátrica recebeu o prêmio de Honra ao Mérito por sua brilhante passagem como pós graduanda e docente daquela conceituada Universidade; ainda em 2006, foi homenageada pela Faculdade de Medicina da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - UNCISAL pelos relevantes serviços prestados à Saúde Pública do Estado, especialmente na qualidade de docente, orientadora e assessora aos serviços de saúde de Alagoas.  Professora Emérita da Universidade Federal de Alagoas - UFAL, desde 2006. No momento  Coordena o Curso de Enfermagem da Estácio /FAL e atua como consultora educacional, face à larga experiência adquirida como Pró-Reitora de Graduação ( 2001 - 2003), Pro- Reitora Estudantil (1998 - 2001) e ainda Coordenadora de Extensão (1995-1998), na UFAL. Ministra cursos de Especialização, profere conferências e participa de mesas redondas em diversas áreas abordando principalmente os seguintes temas: ética na saúde, bioética, relações interpessoais, ética no trabalho, saúde mental, psiquiatria e processo de intervenção de enfermagem em pré-púbere na escola.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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